Prática com música no contexto clínico de tratamento, reabilitação ou prevenção de saúde e bem-estar.
- A musicalidade é inerente à vida e vai se desenvolvendo ao longo do tempo.
- O processo musicoterapêutico pode ser receptivo, em que o musicoterapeuta toca para o paciente, ou ativo, em que o paciente participa do fazer musical junto com o musicoterapeuta.
- Não é necessário saber tocar instrumentos: o princípio é a musicalidade interna de cada um. É relevante o objetivo terapêutico e não a performance técnica.
- Benefícios: concentração, socialização, relaxamento muscular, auxílio na linguagem, apaziguamento interior, aumento da melatonina (melhorando o sono), indução à calma, autoestima e autoconfiança.
Clínica de Fisioterapia